Complexo Viário Rei Pelé

Aliados de David Almeida barram prestação de contas do viaduto Rei Pelé

Manaus Política

Vereadores rejeitam pedido de prestação de contas

Na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereadores aliados de David Almeida (Avante) derrubaram o requerimento do vereador Rodrigo Guedes (Progressistas). O pedido exigia que a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) divulgasse a prestação de contas dos recursos usados na obra do viaduto Rei Pelé, já inaugurado na zona Leste da cidade.

“Os vereadores se recusaram a aprovar a prestação de contas do viaduto, que só trouxe prejuízos para a população. Dizem que quem não deve, não teme. Nesse caso, os vereadores temem e protegem o prefeito a todo custo, indo contra os interesses da população”, afirmou Guedes.

Votaram contra o requerimento Kennedy Marques (MDB), Jander Lobato (PSD), Marcelo Serafim (PSB), Mitoso (MDB) e Rosinaldo Bual (Agir). Também rejeitaram o pedido Everton Assis (União Brasil), Rosinaldo Cordovil (PSDB), Joelson Silva (Avante), Roberto Sabino (Republicanos) e Raulzinho (MDB). A lista inclui ainda Eduardo Alfaia (Avante), Elan Alencar (Avante), Saimon Bessa (União Brasil), Gilmar Nascimento (Avante), Eduardo Assis (Avante), Rodinei Ramos (Avante), João Carlos (Republicanos), Yomara Lins (Pode) e Professor Samuel (PSD).

Imagem da fachada da Câmara Municipal de Manaus (CMM)

Votaram a favor Rodrigo Guedes, Paulo Tyrone (PMB), José Ricardo (PT), Ivo Neto (PMB), Rodrigo Sá (Progressistas), Sargento Salazar (PL), Carpê Andrade (PL), Raiff Matos (PL) e Thaysa Lippy (União Brasil).

Faltaram à votação Aldenor Lima (União Brasil), Alan Campelo (Pode), Pai Amado (Avante), Coronel Rosses (PL) e Diego Afonso (União Brasil). Também estiveram ausentes Dione Carvalho (Agir), Sérgio Baré (PRD), Eurico Tavares (PSD), Jaildo Oliveira (PV), João Paulo Janjão (Agir), Marco Castilhos (União Brasil) e Professora Jaqueline (União Brasil).

O viaduto foi entregue em 24 de junho, após uma série de atrasos e aditivos contratuais. No entanto, a execução ficou abaixo do projeto original. O plano previa duas alças; porém, apenas uma foi construída. Consequentemente, essa alteração tem provocado congestionamentos frequentes e gerado acidentes, inclusive fatais, no local. Além disso, a população reclama da dificuldade de tráfego na região.

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