
A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu, nesta terça-feira (3), o inquérito que investigava a morte brutal do cão comunitário Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis. O animal, símbolo de doçura para moradores e turistas há mais de uma década, não resistiu aos ferimentos após ser violentamente agredido no início de janeiro.
JUSTIÇA
As investigações apontaram que adolescentes foram os responsáveis pelos maus-tratos. Além do caso de Orelha, o inquérito também apurou uma tentativa de afogamento contra outro cão da região, o Caramelo, atribuída aos mesmos menores. Devido ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), as identidades e idades exatas dos envolvidos permanecem sob sigilo absoluto.
O caso ganhou contornos ainda mais graves com o indiciamento de três adultos — dois pais e um tio dos adolescentes. Eles são suspeitos de coagir uma testemunha chave: um vigilante que possuía registros fotográficos essenciais para a elucidação do crime. O laudo pericial confirmou que Orelha morreu após ser atingido na cabeça por um objeto contundente, gerando uma onda de revolta e manifestações em defesa dos direitos animais por todo o Brasil.
PARA LER TAMBÉM:
- https://portalrionortenoticias.com.br/mario-cesar-filho-atividades-parlamentares-janeiro-2026/
- https://portalrionortenoticias.com.br/cufa-amazonas-arrecada-alimentos-carnaval-manaus/
Fonte: Portal Rio Norte
Foto: G1 Amazonas

