O aterro sanitário de Manaus representa marco na sustentabilidade amazônica com tecnologia de ponta. O prefeito David Almeida apresentou na sexta-feira (17) as obras do primeiro aterro sanitário moderno do Amazonas. Consequentemente, a infraestrutura consolida Manaus como referência em gestão ambiental na região Norte.
O aterro sanitário de Manaus ocupa 67 hectares divididos em quatro células operacionais de quase 5 hectares cada. A estrutura cumpre integralmente a Resolução nº 430 do Conama com tecnologias de ponta. Dessa forma, o projeto integra o Plano Municipal de Resíduos Sólidos, representando marco na política ambiental local.
A obra resulta de Termo de Ajustamento de Conduta entre Prefeitura, MP-AM e Poder Judiciário que homologou acordo. Em entrevista ao Portal Foco no Fato, prefeito David Almeida declarou: “Esse é um investimento nunca feito na história da cidade”. Portanto, o aterro sanitário de Manaus encerra irregularidades históricas de manejo de resíduos.
Biometano e energia solar garantem sustentabilidade
O aterro sanitário de Manaus transforma resíduos em energia limpa através de captação de biogás. Segundo informações oficiais, prefeitura implementará geração de biometano como fonte energética renovável. Simultaneamente, PPP será implementada para gerar 1 megawatt em energia solar.
A Prefeitura de Manaus já garantiu R$ 500 milhões em créditos de carbono atestados pela B3. Igualmente, as ecobarreiras evitam que aproximadamente 300 toneladas de lixo cheguem ao rio Negro. Portanto, o aterro sanitário de Manaus integra plano de descarbonização mais amplo.
Tecnologia de osmose reversa trata o chorume transformando-o em água desmineralizada. Conforme dados técnicos, água purificada será reutilizada pela indústria e comercializada. Além disso, sistema de captação de biogás inicia operação dois anos após disposição dos resíduos.
Investimento privado com controle público
O aterro sanitário de Manaus tem investimento privado de R$ 20 a R$ 25 milhões realizado por empresas do setor. A Prefeitura de Manaus mantém propriedade e controle da área desapropriada. Paralelamente, essa estrutura garante soberania pública do projeto e interesse coletivo.
O vice-prefeito Renato Junior afirmou que aterro sanitário de Manaus constrói capital mais limpa e sustentável. O secretário de Limpeza Urbana Sabá Reis destacou primeira vez que Manaus terá aterro com todas normas ambientais e correto tratamento de chorume. Igualmente, secretário chamou a obra de legado para história da gestão pública.
O juiz Moacir Pereira Batista da Vara Especializada do Meio Ambiente confirmou conformidade total com legislação vigente. Segundo informações do Portal Foco no Fato, magistrado afirmou que MP e Judiciário atuaram conjuntamente com prefeitura. Portanto, TAC foi homologado com base em melhores práticas e tecnologias mais avançadas.
Capacidade impressiona visitantes e pesquisadores
O aterro sanitário de Manaus receberá 1.200 toneladas de resíduos diários na primeira célula. Conforme informações técnicas, capacidade será triplicada após conclusão do projeto. Finalmente, infraestrutura já atrai pesquisadores, mestres e doutores para conhecer modelo de sustentabilidade implementado em Manaus.
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Fonte: Portal Foco no Fato

